Austrália: A luta para achar nosso canto

Quando pensamos em vir o lugar que mais queríamos ficar era na universidade. Mas acabamos fechando um studio na minha escola de inglês mesmo. Já no segundo dia aqui, dispensamos mais duas semanas no quarto, achávamos que seria bem fácil achar um lugar, não tínhamos ideia do quão estupidos tínhamos sido…. aí que a luta começou:

A universidade nos mandou ir até um escritório e eles nos levariam para alguns lugares. Assim, as 9:30 da manhã lá estávamos na Student Guild da curtin com o Mark, todo de preto até de sobretudo, nos levando até as casas.

Casa número 1:

Era longe, longe, mas o bairro era superbacana. Casinhas, um lugar bem residencial e parecia bem família. Paramos na frente de casa, até a porta se abrir. Um senhor de uns 60 anos abriu a porta, a casa fedia cigarro. A sala era legal, com uma TV LCD, dois quartos, o quarto de casal tinha um armário bacana e aí a cozinha e o dono solta: “esse é o meu quarto”. Como assim, seu quarto? Aí chegamos no jardim, tem outro cara lá sentado e fumando. “esse é meu tio, to morando com ele até alguém se mudar para cá, ai eu volto a morar aqui”. Socorro, né? Ainda ele aumentou o preço em $50,00 do que estava no application!

Ok, temos ainda algumas casas para ir, certo? Até porque que lugar longe, credo!

Casa número 2:

Bairro muito legal, só casas na vizinhança, árvores, muito legal. Batemos na porta e uma senhora abre a porta, a Gladys. Ela é a dona, e estava com a sobrinha que me apresentou a casa. Um quarto bacana, com um armário pequeno e uma senhora fofa como dona que disse que fazia tudo, cozinha, limpa, lava, tudo. Eles são muito fofos, mas ainda não é o que procuramos. Um ritmo de vida de chegar tarde, as aulas do Dé à noite, eu trabalhando mais tarde…. e ter que fazer sala para a senhorinha não nos animou! Mas foi uma das mais legais!

Casa número 3:

Mark, nosso homem de preto avisa que temos uma hora para esperar para o próximo apartamento que para ele é o melhor. De novo, vizinhança fofa, várias casinhas, mas o prédio já não ajuda. Meio estranho, parece ter muito estrangeiro, mas o valor é bom, vamos esperar. Quase uma hora depois chega o dono. Subimos: o apartamento é pequeno, mas um horror. Um sofá rasgado, duas camas de solteiro, sem quase nada de cozinha, muito estranho. Agradecemos e mesmo com as ressalvas de Mark que esse lugar era ótimo, desencanamos!

Casa número 4:

Nem o Mark conseguia achar. Mais perto da cidade, um lugar muito estranho, entramos por um consultório de dentista. Uma casa grande com dois quartos, duas camas de solteiro, caindo aos pedaços, parede descascando, TV caída na sala, sem sofá. E vira o dono ainda e fala: “não se preocupem que do jardim eu cuido”. Ahhh agora sim! Esse foi bem rápido. Obrigada e tchau.

Aqui acabou a ajuda da Curtin em nos ajudar a achar a casa. Mas ok, era o primeiro dia ainda tínhamos muitos imóveis para ver.

Agendamos para o sábado o primeiro.

Casa número 5:

A simpática Tia nos ligou para ir visitar. O bairro é demais. Super residencial, num lado da cidade que não tínhamos conhecido. Os donos uns fofos, falavam muito, a casa é dela da Tia e eles queriam alugar para alguém que gostassem. O apartamento é uma graça. Uma sala com sofá cama, equipadinho, um quarto bem legal, com até uma quase sacada. O problema foi o preço e o contrato. Um pouco acima do que podemos pagar agora, e num contrato de um ano pelo menos. Muito tempo. Saímos de lá com o coração partido, por ser um lugar e donos incríveis!

Casa número 6:

Domingo de sol, voltamos antes da praia para visitar dois imóveis. O primeiro de novo, ruas legais, vizinhança bacana, casa gigante. Abre a porta um oriental e com ele vem um cheiro de fritura forte. Demoramos alguns segundos até ele entender e saber que estávamos lá para ver o quarto. Era alguém do outro andar que estava alugando o quarto. Sim é uma casa gigante, dividida em dois andares, lotada de orientais. Subimos para o quarto e lá tem uma segunda cozinha também com fritura. O quarto é bem legal, debaixo da escada com vários cantos para guardar coisas, e um banheiro para dividir com muitas pessoas (argh!). O problema aqui foram as pessoas. Aquele cheiro de fritura, óleo, e ainda reclamaram que não tiramos o sapato na casa. Jura, com aquela higiene eu ia tirar meu sapato? No way!

Casa número 7:

A proprietária nos deu duas opções dessa: um quarto em uma casa compartilhada ou uma vila nos fundos da casa. A vila parece sempre melhor. Chegamos antes do combinado e era outra casa imensa. Na varanda, um colchão e dois sofás (??). Nos fundos, um monte de espuma de sofá (??). Mas do lado da casa tinhas duas portas que pareciam uma vila. Rezamos. A dona chegou em um carrão, muito bonita, parecia a Lucy Liu. Pequena, chegou falando muito, ela é do Vietnam e mora na Austrália há anos. Fomos ver a vila: nos fundos da casa com o monte de espuma na frente ela abre a porta e entrando e falando nos mostra o muquifo que era aquela “vila”. Uma cortina para ter privacidade, uma cama suja, um projeto de fogão todo arrebentado e aí ela comenta: “construí esse lugar para minha sogra, não sei porque ela não gostava de morar aqui”. Ah, eu sei! E ela fala que não vence pagar internet não sabe porque. Aí vamos para a casa com a Lucy Liu vietnamita falando que a vila era melhor para o casal, e outro casal iria vir e ligava em uma hora para avisar etc. Entramos na casa com uma sala com muitas poltronas, umas 10 e uns dois sofás atrás das poltronas. Debaixo da TV a razão pela internet não vencer: um PS. Uma casa que moram três moleques e tem um Playstation… hum… Ai subimos para o quarto e a Lucy Liu vietnamita com todas as chaves da casa no bolso e falando. Lustre rosa, quarto com grande, mas tão ruim quanto a “vila”. Rapidamente perguntamos umas coisas para não ficar chato e correndo saímos daquele lugar! Meu Deus! Espero que o próximo não seja tão péssimo!

Casa número 8:

Foi pior, bem pior que a casa número 7. Fui sozinha, pois o Dé estava na aula. A localização é maravilhosa, do lado do centro da cidade, o prédio até que bacana. Não tinha ninguém no apartamento. Um lugar sujo, ensebado, e com um cheiro difícil de explicar. Mistura de cheiro de pessoa com comida. Pequeno, uma cozinha do lado direito (com armários caindo e com uma cor amarelada de fritura e sujeira), um banheiro do lado esquerdo e na frente um quarto/sala com uma cama, um armário e uma escrivaninha, com alguns ventiladores pela casa. Fuji antes que alguém notasse minha presença.

Na manhã de hoje, recebi uma ligação de um amigo que mora aqui dizendo que se precisarmos podemos ficar na casa da irmã dele por um preço super legal. Respiramos, finalmente! Mesmo tendo alguns lugares para visitar pelo menos temos agora um Plano B, que bem antes do Plano C. UFA! Nada como ter contatos!

Casa número 9:

Pra variar, amamos o bairro. Um pouco mais agitado que os outros que fomos antes, com uma grande avenida na porta. Assim que entramos no apartamento, amamos. Lindo, cheiro de tinta fresca, super limpo arrumado, pequeno, mas exatamente o que precisamos. O preço é um pouco acima do que estávamos esperando, mas nada muito mais. Teremos que comprar os utilitários de casa, e alguns eletrodomésticos. A corretora foi supersimpática, e realmente adoramos. Ele é no térreo de um condomínio, tem varanda e parece uma casinha por ser no térreo. Ainda temos mais alguns essa semana para ver, mas esse definitivamente é um daqueles que não saem da cabeça.

Casa número 10:

Bairro já tínhamos visitado, perto do centro, em uma rua super movimentada. Apartamento no primeiro andar, super bonitinho. Chegando para a visita já conhecemos uma brasileira bem bacana, em busca do canto dela também. Entramos, padrão dos que estamos vendo, bem arrumado, boa localização, mas pelo preço ser mais baixo, um monte de gente entrando e saindo vendo e aplicando.

Casa número 11:

Assim que entrei no site da corretora eu adorei. Moderno, uma “unit” também, aqueles apartamentos no térreo que parecem casa. Muito charmoso, gostamos mais do que a casa número 9, mas com um detalhe: sem móveis. Uma sala muito grande com a cozinha junto. Quarto tamanho bom, muitos espelhos, e o quintal…. Sim, quintal! Estávamos saindo a corretora perguntou nosso nome. Com espaço para ter uma horta, flores, uma mesa grande e sensação de estar em uma casa. Saímos de lá apaixonados! Andamos pelo bairro, um parque na esquina, tão perto do centro que os ônibus de graça passam lá. Sentamos no parque, preenchemos os papeis e fomos na imobiliária entregar. Seja o que Deus quiser!

E assim, no ponto de ônibus a caminho da imobiliária para aplicar para o imóvel numero 10 quando recebemos a ligação: fomos aprovados! Assim, festejamos a nossa primeira conquista na Austrália: o lindo e charmoso apartamento sem móveis do Subiaco!

Quando pensamos em vir o lugar que mais queríamos ficar era na universidade. Mas acabamos fechando um studio na minha escola de inglês mesmo. Já no segundo dia aqui, dispensamos mais duas semanas no quarto, achávamos que seria bem fácil achar um lugar, não tínhamos ideia do quão estupidos tínhamos sido…. aí que a luta começou:

A universidade nos mandou ir até um escritório e eles nos levariam para alguns lugares. Assim, as 9:30 da manhã lá estávamos na Student Guild da curtin com o Mark, todo de preto até de sobretudo, nos levando até as casas.

Casa número 1:

Era longe, longe, mas o bairro era superbacana. Casinhas, um lugar bem residencial e parecia bem família. Paramos na frente de casa, até a porta se abrir. Um senhor de uns 60 anos abriu a porta, a casa fedia cigarro. A sala era legal, com uma TV LCD, dois quartos, o quarto de casal tinha um armário bacana e aí a cozinha e o dono solta: “esse é o meu quarto”. Como assim, seu quarto? Aí chegamos no jardim, tem outro cara lá sentado e fumando. “esse é meu tio, to morando com ele até alguém se mudar para cá, ai eu volto a morar aqui”. Socorro, né? Ainda ele aumentou o preço em $50,00 do que estava no application!

Ok, temos ainda algumas casas para ir, certo? Até porque que lugar longe, credo!

Casa número 2:

Bairro muito legal, só casas na vizinhança, árvores, muito legal. Batemos na porta e uma senhora abre a porta, a Gladys. Ela é a dona, e estava com a sobrinha que me apresentou a casa. Um quarto bacana, com um armário pequeno e uma senhora fofa como dona que disse que fazia tudo, cozinha, limpa, lava, tudo. Eles são muito fofos, mas ainda não é o que procuramos. Um ritmo de vida de chegar tarde, as aulas do Dé à noite, eu trabalhando mais tarde…. e ter que fazer sala para a senhorinha não nos animou! Mas foi uma das mais legais!

Casa número 3:

Mark, nosso homem de preto avisa que temos uma hora para esperar para o próximo apartamento que para ele é o melhor. De novo, vizinhança fofa, várias casinhas, mas o prédio já não ajuda. Meio estranho, parece ter muito estrangeiro, mas o valor é bom, vamos esperar. Quase uma hora depois chega o dono. Subimos: o apartamento é pequeno, mas um horror. Um sofá rasgado, duas camas de solteiro, sem quase nada de cozinha, muito estranho. Agradecemos e mesmo com as ressalvas de Mark que esse lugar era ótimo, desencanamos!

Casa número 4:

Nem o Mark conseguia achar. Mais perto da cidade, um lugar muito estranho, entramos por um consultório de dentista. Uma casa grande com dois quartos, duas camas de solteiro, caindo aos pedaços, parede descascando, TV caída na sala, sem sofá. E vira o dono ainda e fala: “não se preocupem que do jardim eu cuido”. Ahhh agora sim! Esse foi bem rápido. Obrigada e tchau.

Aqui acabou a ajuda da Curtin em nos ajudar a achar a casa. Mas ok, era o primeiro dia ainda tínhamos muitos imóveis para ver.

Agendamos para o sábado o primeiro.

Casa número 5:

A simpática Tia nos ligou para ir visitar. O bairro é demais. Super residencial, num lado da cidade que não tínhamos conhecido. Os donos uns fofos, falavam muito, a casa é dela da Tia e eles queriam alugar para alguém que gostassem. O apartamento é uma graça. Uma sala com sofá cama, equipadinho, um quarto bem legal, com até uma quase sacada. O problema foi o preço e o contrato. Um pouco acima do que podemos pagar agora, e num contrato de um ano pelo menos. Muito tempo. Saímos de lá com o coração partido, por ser um lugar e donos incríveis!

Casa número 6:

Domingo de sol, voltamos antes da praia para visitar dois imóveis. O primeiro de novo, ruas legais, vizinhança bacana, casa gigante. Abre a porta um oriental e com ele vem um cheiro de fritura forte. Demoramos alguns segundos até ele entender e saber que estávamos lá para ver o quarto. Era alguém do outro andar que estava alugando o quarto. Sim é uma casa gigante, dividida em dois andares, lotada de orientais. Subimos para o quarto e lá tem uma segunda cozinha também com fritura. O quarto é bem legal, debaixo da escada com vários cantos para guardar coisas, e um banheiro para dividir com muitas pessoas (argh!). O problema aqui foram as pessoas. Aquele cheiro de fritura, óleo, e ainda reclamaram que não tiramos o sapato na casa. Jura, com aquela higiene eu ia tirar meu sapato? No way!

Casa número 7:

A proprietária nos deu duas opções dessa: um quarto em uma casa compartilhada ou uma vila nos fundos da casa. A vila parece sempre melhor. Chegamos antes do combinado e era outra casa imensa. Na varanda, um colchão e dois sofás (??). Nos fundos, um monte de espuma de sofá (??). Mas do lado da casa tinhas duas portas que pareciam uma vila. Rezamos. A dona chegou em um carrão, muito bonita, parecia a Lucy Liu. Pequena, chegou falando muito, ela é do Vietnam e mora na Austrália há anos. Fomos ver a vila: nos fundos da casa com o monte de espuma na frente ela abre a porta e entrando e falando nos mostra o muquifo que era aquela “vila”. Uma cortina para ter privacidade, uma cama suja, um projeto de fogão todo arrebentado e aí ela comenta: “construí esse lugar para minha sogra, não sei porque ela não gostava de morar aqui”. Ah, eu sei! E ela fala que não vence pagar internet não sabe porque. Aí vamos para a casa com a Lucy Liu vietnamita falando que a vila era melhor para o casal, e outro casal iria vir e ligava em uma hora para avisar etc. Entramos na casa com uma sala com muitas poltronas, umas 10 e uns dois sofás atrás das poltronas. Debaixo da TV a razão pela internet não vencer: um PS. Uma casa que moram três moleques e tem um Playstation… hum… Ai subimos para o quarto e a Lucy Liu vietnamita com todas as chaves da casa no bolso e falando. Lustre rosa, quarto com grande, mas tão ruim quanto a “vila”. Rapidamente perguntamos umas coisas para não ficar chato e correndo saímos daquele lugar! Meu Deus! Espero que o próximo não seja tão péssimo!

Casa número 8:

Foi pior, bem pior que a casa número 7. Fui sozinha, pois o Dé estava na aula. A localização é maravilhosa, do lado do centro da cidade, o prédio até que bacana. Não tinha ninguém no apartamento. Um lugar sujo, ensebado, e com um cheiro difícil de explicar. Mistura de cheiro de pessoa com comida. Pequeno, uma cozinha do lado direito (com armários caindo e com uma cor amarelada de fritura e sujeira), um banheiro do lado esquerdo e na frente um quarto/sala com uma cama, um armário e uma escrivaninha, com alguns ventiladores pela casa. Fuji antes que alguém notasse minha presença.

Na manhã de hoje, recebi uma ligação de um amigo que mora aqui dizendo que se precisarmos podemos ficar na casa da irmã dele por um preço super legal. Respiramos, finalmente! Mesmo tendo alguns lugares para visitar pelo menos temos agora um Plano B, que bem antes do Plano C. UFA! Nada como ter contatos!

Casa número 9:

Pra variar, amamos o bairro. Um pouco mais agitado que os outros que fomos antes, com uma grande avenida na porta. Assim que entramos no apartamento, amamos. Lindo, cheiro de tinta fresca, super limpo arrumado, pequeno, mas exatamente o que precisamos. O preço é um pouco acima do que estávamos esperando, mas nada muito mais. Teremos que comprar os utilitários de casa, e alguns eletrodomésticos. A corretora foi supersimpática, e realmente adoramos. Ele é no térreo de um condomínio, tem varanda e parece uma casinha por ser no térreo. Ainda temos mais alguns essa semana para ver, mas esse definitivamente é um daqueles que não saem da cabeça.

Casa número 10:

Bairro já tínhamos visitado, perto do centro, em uma rua super movimentada. Apartamento no primeiro andar, super bonitinho. Chegando para a visita já conhecemos uma brasileira bem bacana, em busca do canto dela também. Entramos, padrão dos que estamos vendo, bem arrumado, boa localização, mas pelo preço ser mais baixo, um monte de gente entrando e saindo vendo e aplicando.

Casa número 11:

Assim que entrei no site da corretora eu adorei. Moderno, uma “unit” também, aqueles apartamentos no térreo que parecem casa. Muito charmoso, gostamos mais do que a casa número 9, mas com um detalhe: sem móveis. Uma sala muito grande com a cozinha junto. Quarto tamanho bom, muitos espelhos, e o quintal…. Sim, quintal! Estávamos saindo a corretora perguntou nosso nome. Com espaço para ter uma horta, flores, uma mesa grande e sensação de estar em uma casa. Saímos de lá apaixonados! Andamos pelo bairro, um parque na esquina, tão perto do centro que os ônibus de graça passam lá. Sentamos no parque, preenchemos os papeis e fomos na imobiliária entregar. Seja o que Deus quiser!

E assim, no ponto de ônibus a caminho da imobiliária para aplicar para o imóvel numero 10 quando recebemos a ligação: fomos aprovados! Assim, festejamos a nossa primeira conquista na Austrália: o lindo e charmoso apartamento sem móveis do Subiaco!

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2 comentários sobre “Austrália: A luta para achar nosso canto

  1. Aline do céu…

    Não tinha lido esse post, que luta pra achar a primeira casinha hein! Lendo esse post , tenho a certeza que as coisas não serão fáceis, me passe por favor, todos seus mantras para administrar tudo isso.( risos)

    Beijos

    Curtir

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